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23 de fevereiro de 2011

Be the ocean

Às vezes acho que o querer-acreditar tem mais peso que a realidade em si.

Pena que essa força seja tão enganadora.


Até quando as delícias da ilusão vão sobrepujar a calma do real?

Ninguém melhor que Lykke Li para ilustrar essa luta.

Vou seguindo os rios.

26 de outubro de 2008

atarefado

As tarefas são muitas, e as obrigações de anfitrião se me impõe a valer... Por isso meu sumiço, mas logo logo reaparecerei, mais uma vez tal qual a Fênix!

Para minha alegria, apareceu mais um xou da musa do meu i-pod, Lykke Li! Descolei até dois tiques, um pra mim e outro pro Rafa! Iúpi!!

Um gostinho:

13 de outubro de 2008

Vida com trilha

Alguns artistas, bandas e esqueminhas vêm alegrado meu programa 'Cidade com trilha sonora'. Explico: toda vez que estou andando na rua, sem rumo ou com um destino específico, AMODORO ter uma musiquinha supimpa nos ouvidos. Escutar o que gosto e ver o que me apraz está sendo um prazer sem igual.

Então resolvi fazer uma listinha do que mais tem agradado meus ouvidos:

1. Lykke Li. Amo muito tudo isso, música, letras, voz, instrumentos, arranjos.
2. Santogold. Descoberta recente, voz boa, arranjos doidos, visual do carai.
3. Ladyhawke. Rockinho, anos 80, letra de menina. Fofo.
4. Arctic Monkeys. Capítulo à parte, já que sempre ouço primeiro a cover da Amy.
5. Kylie Minogue. Como o pop não me compromete, me jogo mesmo. A melhor trilha pra andar rápido!

Como podem ver, não consigo resistir a vozes femininas ou afeminadinhas! Também me relaciono com as letras, não é?


Lykke Li: rainha do meu i-pod

27 de setembro de 2008

Svensk leksjon: Só um tiquinho

A fofa Sortuda Li, aka Lykke Li, é a mais nova queridinha não só dos moderninhos-cult como deste que vos fala (notem, mais uma vez, como me excluo do rótulo). É a mais delícia das novidades nórdicas, muito luxinha!

Aproveitando essa excursão às terras suecas, aproveito para dizer que o nome dela é pronunciado Lique Li, pois é sueco, e não inglês. Sorry, mas é a verdade och jag förstaar och tala litt svenska! (Arrasa).

Em homenagem a toda essa besteirinha, publico mais uma das minhas mundialmente conhecidas traduções - 'Só um tiquinho', ou Little Bit:

Eu acho que eu tô

Só um tiquinho, só um tiquinho
só um tiquinho a fim d'ocê
Mas só se ocê tiver
só um tiquinho, só um tiquinho
apaixonado por mim-nhê

E pra você eu deixa as perna aberta
e esqueço do Márcio Lacerda!

Gente, ela tá super por dentro das eleições em BH!

E eu não me perdôo por ter perdido o xou por não ter comprado o tique a tempo! Grrrrrrrrr....

25 de setembro de 2008

Petites burrices

Há uns dias que as pessoas dizem que tudo dá errado. No meu caso, optimista convicto, prefiro ver diferente. Ontem, por exemplo, foi um desses dias. Várias, mas várias coisas deram errado para mim, mas prefiri analisá-las como uma coleção de pequenas burrices (notem a poesia da frase).

Primeiro, acordei supercedo para adiantar as coisas, mas acabei ficando em casa mexendo no computador - sono perdido à toa.

Segundo, fui na PQP atrás de um mercado de pulgas sem saber o endereço certo e mto menos levar um mapa - fiquei perdido por horas, andando a esmo para só depois de muito tempo descobrir que o tal mercado só funciona nos finais de semana.

Três, passo em casa para fazer um lanche e tomar um banho rápido. Ok, isso deu certo. Na hora de sair de novo, me lembro de pegar o mapa, dinheiro, cartão do metrô, protetor labial, bloco de notas e etc. Ao chegar a esquina, percebo que não estou com a chave. Detalhe: meu apê é daqueles que trancam sozinhos - me tranquei pra fora de casa.

Quarto, numa medida desperadinha, vou até o parquinho onde K. faz seu trabalho de babá na esperança de pegar a chave com ela - mas ela não está lá.

Decidi então ficar rodando pela cidade até a hora que ela viesse do trabalho (tipo dali a 5 horas) e ficar de plantão na porta do prédio esperando ela chegar.

Para aumentar a tensão dessa história, fiquei de sair com um amigo meu que não vejo há tempos e que mora aqui, mas ele me passaria o endereço por email (meu computador estava em cima da mesa, dentro de casa). Uma irmã de intercâmbio também está na cidade, e eu, mais uma vez, esperava o contado por email para ontem. Onde estava o computador? Já sabemos.

Claro, podem me dizer, por que não ligar para eles? Bem, porque o esperto aqui não tinha o telefone de nenhum deles, nem o da casa. Também, ainda mais espertamente, não tenho cel, nem cartão e os telefones públicos daqui não aceitam moedas e não faço idéia onde comprar o tal cartão (o mais comum é usar o cartão de débito, para quem ainda usa o telefone público).

Mas há um pequeno final feliz. A vizinha chegou bem junto comigo e eu sabia que ela tem uma cópia da chave. Ela me salvou. A grande sorte foi que eu a tinha conhecido justo no dia anterior! Se não fosse isso, ela provalvemente passaria direto e eu continuaria preso ad infinitum.

Lições aprendidas: sempre andar com todos os números de tel à mão; não ser preguiçoso e arrumar um cel; prestar mais atenção com essa história da chave e nunca deixar de fazer contatos sociais. Eu quase não fui ao jantar na casa da vizinha para tentar comprar um ingresso pro xou da Lykke Li na mão de cambistas, na porta do lugar.

No final das contas, isso foi tudo por causa da minha preguiça e jecansa de não ir à loja descolar um celular. Diga não à preguiça, não à inércia!!

E me contem como foi.