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28 de dezembro de 2009

Listinha final de 2009

O ano já acabou? Não? Então ainda dá tempo de uma listinha-retrospectiva dos melhores discos de 2009! Viva!

Eis aqui os artistas e bandas que mais me emocionaram, guiaram e acariciaram meus ouvidos e cérebro nos meses que se passaram:

  1. The xx. A melhor descoberta do ano. Vozes sexies, baixo pronunciado, letras delícias. De acalentar corações.
  2. Fever Ray. O mais luxuoso do mundo da experimentação eletrônica. Não dá para ouvir sempre, mas é sempre bom de ouvir.
  3. La Roux. Voz bem gostosa, muito tecladinho, uma perna inteira nos anos 80 e letras aprazíveis. Sucesso na pixxta.
  4. Arctic Monkeys - Humbug. Mais maduros, mais melódicos, mais guitarras, mais Alex Turner. Pra toda hora.
  5. PJ Harvey & John Parish - A Man A Woman Walked By. Escutei 16, 15, 14 tantas vezes que furei o disco. Banjos, teclados, vozes, ruídos. Tudo bem bom.

Realmente, esses fizeram parte da trilha sonora da minha vida neste ano.

E aqui vai um clipe do Fever Ray; só um gostinho do universo musical e visual criado pela minha ídala, Karin Dreijer Andersson.


Nos joguemos!

18 de novembro de 2009

Música indie para sexo sensual

Que atire a primeira partitura quem nunca usou música para incrementar o sexo.

Desde a invenção da flauta de osso, o ser humano vem utilizando ritmos e melodias para maximizar suas potencialidades sexualas. Durante o ato, a música pode nos fazer acelerar, ir mais devagar, entrar no clima ou mesmo servir de justificativa para uma boa dor-de-cabeça antissexo (algo assaz amapoesco).

Eu pessoalmente já prefiro cançãs que me deixem mais sensível às sensações corpóreas e sensuais. Com essa ideia na cabeça, vasculhei meu I-pod em busca das músicas indies que mais acendessem os sentidos. Eis minha lista:


Cá está o vidjo de Crystalised:



Se algum de vocês um dia quiser me pegar de jeito, já sabe como agir.

Faça você também a sua lista e se jogue.

1 de julho de 2009

La Roux é luxo

De quando em vez, eu gosto tanto, mas tanto, de um certo artista ou música que fico quase obcecado melodiosamente com a figura (daí meu constante medo de enlouquecer se eu começar a levar a música a sério, tipo profissionalmente).

A loucurinha boa da vez é a maraviluxa La Roux (o x é mudo, faz favor). Da primeira vez que escutei Quicksand, quase tive uma epifania da beleza musical. Eis que, dois singles depois, ela consegue ainda me deixar boquiaberto com a qualidade musical de suas cançãs.

Bonita e esquisitinha adroginamente, La Roux fez um disco óptimo com arranjos mega anos 80 repaginados, reorquestrados e coroados pela voz gata demais da menina inglesa.

O melhor fruto da safra de novas cantoras inglesas de atchitudje, a ruivita se tornou a rainha do meu I-pod. Para se jogar.