Antes de mais nada, devo explicar que minha ausência aqui deve-se principalmente a um dos problemas mais graves e de maior envergadura moral que todo ser humano há de enfrentar um dia em sua vida; uma situação que creio irá definir a humanidade no século XI: deu pau na internet!
Que nhóóóóóódio! A porqueira estava entrando e saindo do ar quando bem entendia! E eu aqui, sem poder me expressar neste journal...
Mas, como sei que para tudo há uma solução, resignei-me e resolvi cantarolar uma de minhas cançãs favoritas nos últimos tempos, You Know I'm No Good, da querida Amy Winehouse.
Como sei também que nem todos dominam a língua inglesa, posto aqui mais uma de minhas famigeradas traduções não literais com um quê de literárias. Duas das minhas estrofes preferidas e o refrão:
Reunião Doce, Jamaica e Espanha
vamo ver se a gente fica na manha
Eu na bacia, você na pia
lambe os beiço e eu ensabôo os peito
E aí cê nota umas manchas no tapete
meu estômbago vira e as entranha mexe
Você dá de ombros, e é uó
pra me fazer sentir vovó...
Eu me traí, igual eu previ
eu te disse que não dou jogo
Cê sabe que eu sou fogo!
Participação especial de Rapha.
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12 de setembro de 2008
18 de julho de 2008
O pop não me compromete
I coração férias! Acabo de assistir a "O diário de Bridget Jones" na tv a cabo, de pijama, esparramado no sofá, no meio da manhã!! É mais uma de minhas ídalas-trash. Não há como negar que esses filmes românticos põem a gente num clima de amorsh... Devo confessar que tenho um certo apreço por comédias românticas divertidas com personagens não-água-com-açúcar (sei que irão me criticar por ser exigente em demasia, mas that's me) que não têm auto-crítica. Brigita - o apelido carinhoso que lhe dei - é uma bêbada fumante, gordinha e com amigos meio losers. Amo.
E também tenho desenvolvido um gosto por filmes de ação bem escritos, que os cults me perdoem, tipo os da série "X-men" ou "Um golpe de mestre". Eles são bastante bons para distrair a cabeça de um trabalhador cerebrudo. Devo ainda confessar que fiquei até com vontade de ver aquele filme "Fim dos tempos" que estava passando. A minha dificuldade é de ter que pagar para ver. Quando eles passam na tv a cabo, assisto sem medo! Já disse meu amigo Adriano, citando a maga Patty Shopping, "o pop não me compromete"! Pra quem duvidar disso, prometo comentar de dois a nove tópicos da política internacional, com direito a análises sociopsicológicas. Ah, também vejo os telejornais, apesar de preferir me informar por jornais, revistas e internet, necessariamente nesta ordem.
E ontem, em mais um episódio da minha saga das férias, fui fazer o programa número 1 da classe média belo-horizontina, isto é, passear no xópim. Fui com Adriano ao Pátio, onde fizemos várias observações sobre a neojuventude e seus atributos. Vimos ainda uma dona que era tão perua, mas tão perua, que parecia que tinha saído de um pesadelo de folhetim da Globo! Lourésima, esticadíííííííííssima, ultramaquiada (à la Amy Winehouse) e com direito a mangas bufonas. Adoramos. E o Pátio também está todo em promoção, tirando um tênis que eu cobicei na Osklen, o qual estava pela bagatela de 750 reais. Evidentenmente, levei três, mas só depois de me cadastrar no crediário.
E também tenho desenvolvido um gosto por filmes de ação bem escritos, que os cults me perdoem, tipo os da série "X-men" ou "Um golpe de mestre". Eles são bastante bons para distrair a cabeça de um trabalhador cerebrudo. Devo ainda confessar que fiquei até com vontade de ver aquele filme "Fim dos tempos" que estava passando. A minha dificuldade é de ter que pagar para ver. Quando eles passam na tv a cabo, assisto sem medo! Já disse meu amigo Adriano, citando a maga Patty Shopping, "o pop não me compromete"! Pra quem duvidar disso, prometo comentar de dois a nove tópicos da política internacional, com direito a análises sociopsicológicas. Ah, também vejo os telejornais, apesar de preferir me informar por jornais, revistas e internet, necessariamente nesta ordem.
E ontem, em mais um episódio da minha saga das férias, fui fazer o programa número 1 da classe média belo-horizontina, isto é, passear no xópim. Fui com Adriano ao Pátio, onde fizemos várias observações sobre a neojuventude e seus atributos. Vimos ainda uma dona que era tão perua, mas tão perua, que parecia que tinha saído de um pesadelo de folhetim da Globo! Lourésima, esticadíííííííííssima, ultramaquiada (à la Amy Winehouse) e com direito a mangas bufonas. Adoramos. E o Pátio também está todo em promoção, tirando um tênis que eu cobicei na Osklen, o qual estava pela bagatela de 750 reais. Evidentenmente, levei três, mas só depois de me cadastrar no crediário.
(uma inspiração)
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